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Para todos aqueles que estão em Portugal aqui ficam algumas actividades recomendadas para as próximas Jornadas Europeias do Património, nos dias 22 a 24 de Setembro:

 

- Chaves - dia 23, 10-17h - Encontro de Desenho "Aquae Flaviae". Ponto de encontro: Colunas da Ponte Romana, às 10h00. Fim: 17h00 na Fonte Termal das Caldas;

 

- Coimbra - dia 22 e 23 - Museu Machado de Castro, entradas grátis para quem for participar nas actividades; dia 24, visitas gratuitas para todos os visitantes;

 

- Condeixa-a-Nova - dia 30, 9h30 - 18h30 - Museu Monográfico de Conímbriga, visitas temáticas dedicadas ao Património de Mosaico romano presente nos Sítios arqueológicos da Rede constituída pelas Ruínas de Conímbriga, pela Villa Romana do Rabaçal e pelo Complexo Monumental de Santiago da Guarda, assim como a outras manifestações da romanização e à Paisagem associada;

 

- Condeixa-a-Nova - dias 18-22 e 25-29, 10-18h - Museu Monográfico de Conímbriga, série de Workshops dedicados ao Mosaico romano, destinados a diferentes públicos e a vários níveis etários. Os Workshops são orientados por especialistas das áreas disciplinares das Belas Artes e das Artes Aplicadas;

 

- Condeixa-a-Nova - dias 22-24 - Museu Monográfico de Conímbriga, visitas gratuitas;

 

- Lisboa - dias 22-25 - Visitas guiadas às galerias romanas de Lisboa, datáveis dos inícios do século I d.C.;

 

- Marvão - dia 22, 10 / 14h30 - Visitas guiadas gratuitas ao museu e ruinas da cidade romana de Ammaia, com necessidade de marcação prévia;

 

- Sintra - dias 22-23, 10-17h - Visitas gratuita às exposições (permanente e temporária) e às ruínas arqueológicas situadas junto ao Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas;

 

- Sintra - dia 22, 11-12h30 - Praia das Maçãs, visita Guiada ao Santuário Romano consagrado ao Sol, à Lua e ao Oceano no Alto da Vigia;

 

- Tróia - dia 23, 11h30 - Ruínas Romanas de Tróia, venha descobrir as Ruínas Romanas de Tróia fora do circuito de visita. Participe num percurso pedestre de 2,5 quilómetros pela orla do estuário do Sado, guiado por uma arqueóloga que dará a conhecer os espaços e paisagens deste património europeu, inscrito na Lista Indicativa do Património Mundial.

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Poderia pensar-se, devido ao seu estatuto, que os deuses gregos eram, todos eles, omnipotentes, mas diversas menções nos mais distintos textos permitem-nos ver o contrário. Para dar pois pequenos exemplos, na Ilíada é dito que Zeus era mais forte (fisicamente) que todos os outros deuses juntos, enquanto que nas Metamorfoses Ovídio revela um estranho facto sobre o deus-rio Aqueloo - ele apenas se podia metamorfosear em três formas distintas (humana, cobra e touro), mas parece saber que outros deuses tinham capacidades de transformação muito maiores.

 

Se, então, lhes quisessemos aplicar uma ferramenta famosa do Cristianismo e perguntar "Poderão os deuses criar uma pedra tão grande que eles próprios não consigam levantar?", a resposta seria positiva. Os deuses gregos não eram omnipotentes nem omnipresentes, como os mais diversos mitos nos permitem notar.

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Há alguns dias foi revelado um novo jogo de luta, Fight of Gods, em que é possível jogar com diversos deuses. A página pode ser vista aqui, mas a principal diferença entre este jogo e outros semelhantes é o facto de incluir figuras divinas actuais, nomeadamente Jesus, Moisés ou Buda, juntamente com figuras mais frequentes como Zeus ou Odin.

 

Parece já existir alguma controvérsia pela presença de Jesus (e Buda) no jogo, mas pelo menos evitam-se algumas opções "suspeitas" como no caso do jogo Smite, já cá falado há algum tempo.

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Uma notícia recente (pode ser lida em Inglês aqui) indica que o Manuscrito Voynich, um dos poucos manuscritos que existem escritos numa linguagem "estranha", foi finalmente descodificado. Mas será verdade? Teremos de aguardar para ver.

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Este mito é econtado por Ovídio e Antonino Liberal, essencialmente mudando o nome das duas personagens principais. Segundo eles, um homem (de nome Ifis ou Arceofonte) apaixonou-se por uma mulher (Anaxarete ou Arsíone, mediante o autor), mas esta insistiu em rejeitá-lo repetidamente, muitas vezes de formas profundamente cruéis. Então, chegando ao seu maior desespero, o apaixonado enforcou-se na porta de entrada da sua amada. Ainda assim, esta mulher nunca se compadeceu, nunca verteu uma única lágrima pelo seu antigo apaixonado. Então, quando o cortejo fúnebre do falecido passava em frente de sua casa, a influência divina de Afrodite levou à transformação desta mulher numa estátua de pedra, dando a todo o seu corpo o mesmo material frio que antes habitava no seu coração.

 

Esta é, portanto, uma história que nos adverte do perigoso poder de Afrodite. Nada nos obriga a que amemos outro ser humano, mas nunca temos quaisquer razões para uma maior crueldade no amor.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.



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