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A pizza, enquanto prato culinário, tem uma longa e complexa história, mas a sua referência por aqui deve-se a um elemento muito pouco conhecido. Na Eneida, a rainha das harpias diz ao herói que os troianos não conseguiriam obter a paz até ao momento em que, devido à fome, comessem as suas próprias mesas. Quando isso toma lugar, as metafóricas mesas são reveladas como pedaços de pão redondo em que estavam colocados vegetais, uma espécie de pizzas sem queijo. Fica, portanto, essa curiosa referência a umas "pizzas" feitas séculos antes das nossas existirem.

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Esta não é uma história bíblica, até porque nada sabemos da vida de Judas Iscariotes antes da sua associação com Jesus Cristo. A fonte é um poema, creio que de finais do século XIV, chamado Tito e Vespasiano:

 

Conta esta história que antes de Judas nascer a sua mãe teve um sonho em que lhe foi revelado que o futuro filho seria a ruína de toda a humanidade. Acabou por abandoná-lo. Judas foi posteriormente adoptado por uma rainha da (imaginária) ilha de Sicária; quando um irmão lhe contou a verdade desta adopção, matou-o e fugiu para Jerusalém. Juntando-se à corte de Pilatos, foi-lhe pedido que obtivesse umas maçãs; para atingir esse objectivo matou um homem que era o seu verdadeiro pai; e, curiosamente, Pilatos casa-o também com a verdadeira mãe. É esta que lhe revela que abandonou o filho, ou seja, o próprio Judas... levando-o a arrepender-se das suas acções e juntando-se ao séquito de Jesus.

Segue-se uma informação curiosa: foi Judas que avaliou o unguento usado por Maria Madalena em 300 moedas; e quando não foi possível vendê-lo, traiu Jesus por 30 moedas. A história prossegue como bem sabemos.

 

Esta é uma quase-repetição do mito de Édipo, mas mesmo na sua versão original (que pode ser lida parcialmente aqui) tem uma trama que faz muito pouco sentido. Apresenta-nos uma justificação para o comportamento de Judas, uma quase tentativa de lhe dar o pior passado possível, mas nada mais que isso. É uma história estranha, aqui mencionada devido exclusivamente ao quão invulgar é.

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Cuidado, isto é só para maiores de 18 anos!

 

Neste link, em Inglês, podem ser encontrados alguns exemplos curiosos de arte de cariz dos tempos passados. É um artigo essencialmente na brincadeira, mas também é possível aprender um pouco com ele!

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Por muitos séculos que já tenham passado desde o tempo de vida de Píndaro, muitas das suas ideias ainda se mantêm nos nossos dias. Aqui fica um pequeno exemplo, que bem nos demonstra a eterna efemeridade da vida:

 

Efémeros! O que é alguém? O que não é alguém? Sonho de uma sombra:
O homem. Mas quando o brilho do dote divino vem,
A luz radiante sobrepaira nos homens e a vida se torna doce como mel.

Fonte

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Abaixo pode ser encontrado um pequeno vídeo dos principais inimigos do jogo Hércules (baseado no filme da Disney), para Playstation e PC.

 

São mostradas, por ordem em que aparecem no jogo, as batalhas contra o centauro Nesso (que o herói chega a montar como se de um mero cavalo se tratasse!), um minotauro, alguns esqueletos (serão as figuras nascidas dos dentes de um dragão? Não sabemos), os pássaros do lago Estínfalo (que agora vivem em plena cidade), a hidra, Medusa, e o próprio deus Hades.

Curioso é o facto de alguns destes inimigos não terem qualquer papel maior no filme (aparecem apenas no decorrer de uma música), ou mesmo no mito de Hércules. Provavelmente foram adicionados ao jogo somente em virtude da sua fama mitológica.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.



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