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Estácio, nesta sua obra de poesia épica, recorda o mito dos sete contra Tebas, em que os dois filhos de Édipo disputam o trono do próprio pai. Se o autor cumpre o seu papel, também não é uma obra muito interessante, em que as sequências de batalha são muito simples e pouco nos recordam do encanto das obras de Homero. É, ainda assim, uma obra de alguma importância, por ser a única que nos reconta, de uma forma completa, a história desta guerra em particular, o que a levaria a ter alguma impacto na produção da Idade Média sobre o mesmo tema, sendo até o Roman de Thèbes nela baseado de uma forma indirecta.

 

Em termos da trama, este poema começa com a maldição lançada por Édipo a ambos os filhos, terminando com a morte dos dois irmãos e os eventos que se lhe seguem, bem mais famosos da Antígona de Sófocles. Pelo caminho retrata a forma como os sete heróis tentam conquistar Tebas e reaver o trono legítimo de um dos filhos de Édipo. Esse não é, contudo, um mito simples, que possamos recordar num punhado de linhas, pelo que voltaremos a ele, de forma mais concreta e detalhada, no futuro, só então recordando alguns dos seus episódios principais.

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