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Para Pseudo-Apolodoro o 11º trabalho, mas que alguns autores também dizem ter sido o último, invertendo a ordem com a captura de Cérbero. Hércules procura aqui apanhar as famosas maçãs, mas depara-se desde logo com o enorme problema de descobrir a sua localização concreta. Após diversas viagens, em que usa (novamente?) a taça de ouro de Hélio que já foi referido no mito anterior, salva Prometeu da água que o atacava todos os dias. É nessa sequência que o titã o aconselha a não continuar a procura por si mesmo, mas sim pedir a Atlas que as traga; este acede em fazê-lo, mas depois do filho de Alcmena tomar o globo do mundo nas suas costas volta atrás na sua palavra, escapando Hércules da árdua tarefa através de um pequeno subterfúgio.

Hércules e Atlas

Se esta imagem ilustra essa versão mais famosa do mito há que também ter em conta a existência de versões menos conhecidas em que o herói procura as maçãs por si mesmo, acabando por derrotar, de alguma forma, o dragão que as guardava.

Hércules no jardim das Hespérides

Podem aqui ser vistas algumas Hespérides, um dragão (tomando a forma de uma serpente aqui enrolada numa pequena árvore) e Hércules sentado sob a pele de leão e apoiado numa clava, só parcialmente visível no lado direito, dando ainda mais crédito à ideia da existência efectiva de versões desta história em que o herói obtinha o que pretendia sem a ajuda directa de Atlas.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e dois anónimos interessados nestes temas.


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