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Este seria, de acordo com Pseudo-Apolodoro, o 12º e último dos trabalhos de Hércules, que muitos autores equacionam a uma vitória sobre a própria morte. Ainda assim, pouco sabemos sobre as circunstâncias em que teve lugar a captura de Cérbero; é provável que tenha passado por algumas dificuldades na sua descida ao reino dos mortos, que o herói tenha obtido permissão de Hades e/ou Perséfone para "levar emprestado" Cérbero, que possa ter existido uma qualquer condição para esse empréstimo e que Euristeu se tenha (novamente) escondido ao ver a terrível figura do monstro, mas pouco sabemos sobre cada um desses eventos, fruto de falta de informação horizontal consistente sobre este derradeiro trabalho. Sabemos, porém, que mais tarde o herói levou este cão de três cabeças de volta ao reino de onde tinha vindo, provavelmente um dos requisitos que os deuses do submundo lhe tinham imposto.

Hércules e Cérbero

 

Hércules, Cérbero e Euristeu

Estas imagens ilustram dois momentos do mito, com o herói provavelmente a aproximar-se pela primeira vez de Cérbero na primeira e já a mostrá-lo a Euristeu na segunda. Se no primeiro caso são visíveis duas da cabeças do monstro (um possível vestígio de outra versão do mito), na segunda também se poderão notar algumas cobras no próprio corpo deste, outra estranha característica que lhe é dada em outras versões.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e dois anónimos interessados nestes temas.


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