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A história de Hero e Leandro parece ter sido de alguma popularidade na Antiguidade, mas as linhas que se seguem referem-se, mais particularmente, a um poema de Museu Gramático (nome que lhe é dado para o diferenciar do mais famoso, e antigo, Museu), em que este abordava, de uma forma belíssima, a história de amor dessas duas figuras.

 

Hero era uma virgem sacerdotisa de Vénus que vivia numa torre. Um dia, num festival da deusa, Leandro viu-a e apaixonou-se por ela... Mas desta vez, mais do que contar o resto desta história - que dificilmente faria justiça ao poema de Museu - irei apenas dizer que quando Leandro pretende incitar Hero à prática do amor, começa a surgir uma sequência retórica de uma beleza esplêndida, e que só poderá ser julgada devidamente quando lida em primeira mão. Fica, portanto, o convite para que este texto seja lido, por exemplo, em tradução inglesa aqui, ou em grego e francês aqui.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.
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