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Este livro de Elaine Pagels é uma simples e justa introdução aos textos que ficaram fora do cânone bíblico, com especial ênfase naqueles que foram reencontados em Nag Hammadi. É muito simples, sendo por isso particularmente indicada para todos aqueles que querem aprender um pouco mais sobre o tema, mas sem terem de - pelo menos por agora - deambular na grande complexidade do conteúdo de alguns textos gnósticos.

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Este livro é aqui mencionado em particular devido ao seu primeiro capítulo, no qual o autor nos escreve sobre o mito da Atlântida. Se o tema já está mais do que batido, o que este autor nos apresenta é uma exposição sobre o porquê de acreditarmos que a Atlântida tinha certas e determinadas características que nunca aparecem no relato das obras de Platão, mostrando como essas crenças foram sendo refinadas ao longo dos séculos e até aos nossos dias.

Os restantes capítulos não têm muito interesse para o estudo da mitologia, mas contêm um ou outro aspecto importante para se poder apreciar como determinadas crenças - desde as características da Atlântida até à descoberta do continente americano, passando pela possibilidade bíblica de povos pré-adâmicos - foram sendo alteradas sem razões credíveis para tal.

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Agora disponível online gratuitamente, este livro em inglês conta a história de algumas das mais famosas mulheres dos mitos gregos e latinos, figuras como Helena (de Tróia), Penélope, Cassandra, Alceste, Medeia ou Dido. Está ilustrado com algumas belas "fotogravuras", mas também conta a história destas personagens com recurso a textos simples e citações das obras traduzidas em inglês. Fica a referência.

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Esta é uma obra interessante, na medida que os seus capítulos sucessivos vão apresentado as crenças religiosas e a estrutura social dos inícios do Cristianismo, para depois demonstrar como essas mesmas ideias foram evoluindo ao longo dos séculos, de alguma forma "corrompendo" a sua pureza e intenção original. Se o seu autor nem sempre é muito sistemático ou imparcial na forma como aborda o tema, ele divide essas alterações em três grandes períodos e traça, de uma forma relativamente simples, o que foi acontecendo e com que bases tomou lugar. É, portanto, uma obra que ao longo das suas 350 páginas pode servir de introdução à história teológica e social do Cristianismo, desde os seus inícios até à Reforma Protestante no século XVI.

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Esta obra, creio que datada do século XVIII, está pejada de histórias ficcionais pelas quais, alegadamente, o famoso barão teria passado. Entre elas contam-se duas que merecem uma pequena menção.

Este barão visita o reino da lua por duas vezes, sendo que numa delas encontra todo um reino em combate com o reino do sol. A descrição recorda-me das palavras de Luciano na sua História Verdadeira, e penso que a relação até possa ter sido intencional.

Mais tarde, o barão visita também o interior de um vulcão (o Etna, creio?), onde encontra alguns dos antigos deuses romanos. Fala até com eles, mas quem quiser saber mais deverá ler a própria obra.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.
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