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Seguindo o link do costume (ou seja, indo aqui), poderão encontrar uma nova edição do texto das "Quilíadas", em tradução inglesa. Se alguém estiver curioso em relação às alterações, podemos revelar que se tratam essencialmente de pequenas correcções ao nível do texto. Essa melhorias tornarão a acontecer no futuro, até que se possa acreditar que o texto colaborativo encaixa na perfeição e agrada a todos os leitores.

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Uma tradução integral das Quilíadas, de Tzetzes, está agora disponível aqui, o que marca a conclusão desta quinta tradução patrocinada por nós.

 

O que dizer sobre esta obra? Seremos mais breves do que devíamos, para suscitar um maior interesse no leitor - era talvez uma das grandes obras sobre Mitologia que ainda não existia traduzida, e o seu grande encanto passa pelo facto do seu autor preservar algumas versões de mitos que desconhecemos de quaisquer outras fontes. Valerá a pena ser lida, nesta tradução em Inglês, quanto mais não seja por essas suas informações invulgares, e esperemos que gostem desta espécie de prenda natalícia.

 

Fica também uma despedida, a de um colaborador e amigo cujo grande objectivo foi o de assegurar que esta tradução chegava mesmo a bom porto, e que já há muito tinha tomado esta decisão de se retirar. Boa sorte e obrigado por todos estes anos.

 

E, para todos os leitores, ficam os votos de um Bom Natal!

Primeira Árvore de Natal

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Segundo esta história Timárion era um homem como nós. Um dia, ao vir para casa depois de um festival religioso cristão, sentiu-se mal, adoeceu e apesar dos esforços dos médicos da altura, durante essa sua viagem de regresso a casa acabou por morrer, mas... somente por engano.

 

Como será isso possível? Bem, é essa a trama desta obra impossivelmente atribuída a Luciano da Samósata. Segundo ela, quando Timárion estava doente pareceu perder toda a sua bílis, que se pensava ser um dos quatros elementos necessários à vida, e então as figuras incumbidas de levar os mortos para a sua morada final apoderaram-se da sua alma, levanda-a para o devido julgamento no reino de Hades. No entanto, estavam erradas - este herói, afinal de contas, não tinha perdido a sua bílis, mas algo que apenas se assemelhava a esta, gerando a confusão que levou à sua morte.

Timárion é então defendido em tribunal por um antigo conhecido, ganha o seu caso (mostrando que este não era um tribunal português, onde absolutamente nenhuma prova de vida o traria de volta), e é levado de volta ao reino dos vivos, onde depois reconta a um amigo tudo aquilo que viu durante o seu tempo de suposta morte.

 

Este é um texto interessante, muito provavelmente do período bizantino, que goza um pouco com outras concepções do mundo dos mortos, adicionando-lhes também alguns elementos cristãos. A visão que apresenta é até consistente com a das sátiras de Luciano, mas muitos são os elementos que tornam impossível essa sua autoria. Como este nem é um texto muito longo, fica o convite para que seja lido por todos aqueles que queiram uma leitura menos vulgar.

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Está agora disponível o décimo-primeiro livro desta obra de Tzetzes aqui. Estas novas linhas contém diversas histórias variadas, sem, no entanto, existir algum tema muito preponderante.

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O décimo livro desta obra de Tzetzes está agora disponível aqui. Nesta milena de linhas contam-se, por exemplo, várias histórias de Platão antes de este se ter dedicado à filosofia.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.
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