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Para esta altura do ano parece-me propício relembrar uma história provinda de uma obra de Flégon de Trales, e que este autor dizia ter sido verdade, ao ponto de conhecer um dos envolvidos.

 

O início da primeira história perdeu-se, pelo que, dessa parte, apenas se sabe que uma jovem rapariga faleceu. Mas depois, ainda que falecida, continuou a ir à casa onde tinha vivido, e falou com um hóspede, que na primeira noite lhe deu um anel e um copo.

Na segunda noite, uma ama vê-a, e conta essa miraculosa presença à patroa. Esta última, incrédula, descarta a possibilidade da ama realmente ter visto a defunta jovem.

Na terceira noite, e como já parecia ser seu costume, a jovem retorna a casa, e desta vez acaba por ser vista pelos próprios pais. Triste com o facto destes não tolerarem que, por três noites, voltasse à casa onde tinha vivido para falar com um hóspede, morre novamente.

Na manhã seguinte, o mausoléu da família da jovem é visitado, e o corpo dela não é encontrado lá, nesse local onde tinha sido colocado após a morte. No seu lugar apenas é encontrado um anel e um copo. Voltando a casa, ao local onde tinham visto a jovem na noite anterior, só lá encontram o corpo dela, falecido uma segunda vez...

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e dois anónimos interessados nestes temas.


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