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Tal como na famosa história de Shakespeare, "Romeu e Julieta", este mito começa por nos apresentar um amor impossível, a paixão entre um homem e uma estátua, considerada pelo mesmo como a sua obra prima. Então, será que o próprio amor não deverá também ele ser considerado como a melhor das obras, a possibilidade do encontro de uma pessoa que nos compreende e auxilia acima de tudo o resto? Também este, como a possibilidade da transformação de uma estátua em carne viva, é hoje consideradada como muito difícil, ou mesmo impossível. No entanto, tal como o sonho de Pigmaleão se tornou realidade através de uma contínua insistência na crença de uma impossível possibilidade, também cada um de nós deverá agarrar-se aos seus sonhos e lutar por eles. Talvez seja essa a verdade por trás a do mito, que tudo poderá ser vencido ou conseguido através de uma crença contínua, sincera em algo. Tal como Pigmaleão lutou, lutem também vocês pelo que querem.
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Atlas

03.10.05
Foi-me pedido um artigo sobre Atlas, portanto aqui fica esse. No entanto já sabem, se quiserem pedir algum artigo é só deixarem um comentário por aqui!


Atlas foi um titã condenado por Zeus a segurar o céu para sempre.

Atlas era filho do titã Jápeto e da oceânide Clímene, irmão de Prometeu, Epimeteu e Menécio. Pertencia à geração divina dos seres desproporcionados, violentos, monstruosos - encarnação das forças selvagens da natureza nascente, dos cataclismos iniciais, com que a terra se arrumava para poder receber, num regaço mais acalmado, a vida e a sua cúpula consciente: os humanos.

Atlas, com outros titãs, forças do caos e da desordem, pretenderam alcançar o poder supremo, pelo que combateram ferozmente Zeus e aliados: as energias do espírito, da ordem, do Cosmos.

Zeus, triunfante, castigou os inimigos, esses escravos da matéria e dos sentidos, esses inimigos da espiritualização harmonizadora, lançando-os no Tártaro, a região mais funda do Hades, para que lá nunca fugissem. Para Atlas, porém, escolheu uma pena especial: Pô-lo a sustentar, nos ombros e para sempre, a abóbada celeste.

Atlas, assim punido, passou a morar no país das Hespérides (as três ninfas do Poente: Eagle, Eritia, Hesperatetusa).


Source: Wikipedia
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