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Aparentemente, são múltiplos os nomes dados a esta obra de Basílio de Cesareia, pelo que é mais fácil localizá-la pelo seu conteúdo: aqui, o autor explica aos seus leitores (maioritariamente cristãos) as razões pelas quais ainda devem ler os autores gregos, como Homero ou Platão.

 

Se Basílio de Cesareia começa por nos apresentar as razões essenciais porque os autores gregos devem ser lidos, importa também mencionar que essa não é a única temática da obra. O autor consegue encontrar algum apelo aos ideais cristãos nas obras de autores mais antigos, mas também refere a importância da selectividade no que se lê; se, por um lado, admite que alguns episódios dos textos de Homero demonstram ideais que os leitores deveriam seguir, também parece incitar a que os leitores descartem os episódios mitológicos, como as infindáveis traições perpetradas por Zeus, entre outros.

Mais à frente, e naquela que pode ser vista como a segunda parte da obra, este autor também demonstra a importância de aplicar essa mesma selectividade à nossa própria vida.

 

Pois bem, contrariamente ao que ao título da obra (e parte da sinopse anterior) poderia dar a entender, esta obra nem tem muito interesse real. É relativamente pequena, refere um ou outro outro elemento interessante da cultura grega, mas pouco mais. Uma cópia desta obra pode ser encontrada, por exemplo, aqui.

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Há já várias semanas tive a oportunidade de ir ver a exposição "Alejandro Magno - Encuentro con Oriente" em Madrid. Esta exposição, cujo site pode ser visto aqui, tem algum interesse para quem quiser descobrir mais sobre as conquistas de Alexandre Magno, já que pouca informação parece ser dada relativamente à vida dele.

 

A exposição principia com um filme 3D, pago à parte, ao qual optei por não assistir. Depois, e no espaço contíguo, existem múltiplas peças da época de Alexandre para descobrir (sempre com legendas em Espanhol e Inglês), bem como duas reproduções dos famosos mosaicos que mostram a batalha de Isso (ver imagem seguinte), além de reproduções tridimensionais de algumas das antigas cidades e eventos mencionados na exposição. Posso referir que existe uma ou outra peça interessante em exposição, mas no geral o visitante não tem acesso a nada muito notável.

 

 

 

Patente até 3 de Maio de 2011, esta é uma exposição que certamente merece uma visita de quem tiver essa oportunidade, até porque o preço não é muito elevado (2~6€, com base em possíveis descontos) e o recinto da exposição está a menos de um quilómetro da estação de Chamartín, com acesso fácil à cidade de Lisboa.

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