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Nesta pequena obra Clemente de Alexandria convida os leitores a abandonarem a sua religião pagã em favor do Cristianismo. Se, no seu geral, o conteúdo é semelhante a de muitas outras obras da mesma época, a principal razão porque refiro por cá esta obra prende-se com o facto do autor divulgar, no capítulo II, muitos dos secretos mistérios da antiga religião.

 

A referida passagem é relativamente fácil de encontrar (pode, por exemplo, ser lida aqui) mas também bem menos impressionante do que se poderia esperar. E porquê? Bem, de um ponto de vista teórico, já se sabe que qualquer leitor ambicionaria encontrar mistérios demasiado impressionantes, mas pense-se de forma análoga nos mesmos elementos das religões modernas - um dos essenciais do Catolicismo é a deglutição de uma hóstia, mas será esse acto assim tão simples, tão redutível a um elemento básico? Como qualquer praticante desssa religião o saberá, por detrás dessa acção existe toda uma simbologia que o completa, e a simples divulgação dos mistérios, infelizmente para nós, muito pouco diz sobre o que realmente se passava na liturgia que os envolvia. Ainda assim, este acaba sempre por ser um recurso interessante para os mais curiosos!

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Pediram-me que deixasse este anúncio por cá:

 

Considerando o crescente interesse acadêmico pela compreensão dos estudos clássicos e da tradição ocidental em suas variadas formas e expressões o presente curso de especialização se propõe a colocar o estudante a confronto com o mundo clássicos e suas riquezas. A formação de novos pesquisadores na área de estudos clássicos e de estudos da Antiguidade contribuirá para a consolidação de uma área que se compreende como necessariamente interdisciplinar.

O curso funcionará em regime a distância.

O início das aulas está previsto para 1 de abril de 2012.

Maiores informações pelo site: http://www.estudosclassicos.org

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Quando, há já umas semanas atrás, andava pela internet, encontrei este curioso artigo que confronta o logo de sete empresas com a origem mitológica das criaturas e símbolos usados, numa associação que nem sempre tem muito sentido. Ainda assim, este problema é cada vez mais comum... como primeiro exemplo, posso dizer que algures por Lisboa há um empresa de trabalho temporário cujo logo apresenta uma coruja de Atena - a mesma da moeda de 1€ grega - numa relação que nem se compreende muito bem.

 

Depois, podem até ser encontrados exemplos como este:

 

Fenix Cleaning

 

Aqui, existem múltiplas interpretações para a situação, mas é-me difícil imaginar alguma que não seja profundamente negativa, razão pela qual, ao escolher-se um logo para uma empresa se deverá ter especial cuidado com toda a sua simbologia. Senão, incorrem-se em situações como a da sirena do "Starbucks" - que, como uma vez disse a uma amiga, é "provável" que tenha sido escolhida devido ao poder hipnótico e mortal dos produtos lá vendidos.

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