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É provável que tenham sido poucos aqueles que leram o Mahabharata nos nossos dias, até pela proibitiva extensão da obra, mas esse épico em sânscrito tem diversos momentos que dão muito que pensar. Aqui fica uma breve sequência que discutíamos há alguns dias:

 

  • Quem é realmente feliz?

Aquele que tem poucos meios mas nenhumas dívidas; esse é um homem verdadeiramente feliz.

  • Qual é a coisa mais espantosa?

Dia após dia e hora após hora as pessoas morrem e os corpos são levados, mas os espectadores nunca se parecem aperceber que também eles irão morrer algum dia, e parecem pensar que irão viver para sempre. Esta é a coisa mais espantosa do mundo.

 

Momentos como estes, que pouco ficam até a dever à Filosofia dos Gregos, repetem-se uma e outra vez nesta obra. Claro que não é um épico simples, que possamos simplesmente abrir e ler como quem lê um ténue romance, mas é, indisputavelmente, uma obra cujos infindáveis momentos filosóficos nos deixam, uma e outra vez, a pensar. E, neste nosso mundo de hoje, quantos mais momentos de reflexão nos faria bem acrescentar aos nossos dias?!

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