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O Decameron é certamente a obra mais famosa de Giovanni Boccaccio. A sua trama é relativamente simples - com a intenção de escapar a uma praga, 10 pessoas reunem-se durante duas semanas e partilham uma centena de histórias. Porém, é mesmo dessas histórias secundárias que surge o verdadeiro charme do texto, na medida que nos preservam um conjunto de informações que, de outras formas, não teríamos. Muitas delas são adaptadas do Oriente e da Antiguidade (por exemplo, uma delas provém de Xenofonte de Éfeso), outras de possíveis tradições orais, mas se as referências mitológicas são quase inexistentes ainda é aqui notável uma influência basilar da forma de obras como Noites Áticas.

 

Para quem estiver curioso sobre a obra, um brevíssimo resumo das histórias aí contidas pode ser encontrado aqui.

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.
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