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Sucintamente, nos mitos nórdicos Gleipnir era uma espécie de trela que prendia o lobo Fenrir (visto acima já agrilhoado), até ao momento do fim dos tempos. Isto absolutamente nada teria de especial, nem sequer seria mencionado por cá, não fossem os estranhos ingredientes com que foi construída:

 

  • O som da queda de um gato;
  • A barba de uma mulher;
  • As raízes de uma montanha;
  • Os nervos de um urso;
  • A respiração de um peixe;
  • O cuspo de uma ave.

 

A dificuldade de arranjar todos estes ingredientes até é parcialmente gozada no Gylfaginning, dando-nos a entender a falta de realismo de todos estes pedidos, mas acaba por ser mesmo esse aspecto invulgar que merece referência aqui. Se a barba de uma mulher, ou os nervos de um urso, nem são hoje assim tão difíceis de arranjar, fica aqui um pequeno convite aos leitores - como conseguiriam arranjar os restantes ingredientes? Alguma ideia?

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Espaço da autoria de Ovídio Silva (Doutorando em Clássicas), e de um anónimo interessado nestes temas.
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