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Muito sucintamente, Jiraiya é uma figura famosa do folclore japonês. De facto, é tão famosa que o nome do herói é frequentemente reaproveitado em séries nipónicas, de que Naruto poderá até ser um dos exemplos mais presentes nos nossos dias. Para conhecerem um pouco mais sobre este herói poderão ver o filme apresentado abaixo, datado de 1921.

 

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"Os Centauros", um filme (parcialmente perdido) de Winsor McCay

Este pequeno filme, datado de 1921, nunca foi terminado ou exibido comercialmente, só tendo chegado aos nossos dias numa forma fragmentária. Contudo, pelo charme que demonstra, decidimos recordá-lo aqui hoje.

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Neste invulgar filme são visitados diversos lugares em Itália, entre eles parte de Pompeia (ou Herculano?) e outros locais bastante bonitos. Contudo, a sua trama também pouco interessará à maior parte dos espectadores; por isso, se o apanharem na televisão e tiverem a possibilidade de passar à frente esses momentos mais monótonos, focando a atenção nas paisagens e locais que vão sendo mostrados, poderá ser de algum interesse.

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Para recordar outros tempos, hoje contamos uma pequena curiosidade sobre os Power Rangers que, muito provavelmente, poucos saberão. Na primeira temporada desta série, que estreou originalmente em Portugal há mais de 20 anos, os monstros adversários eram frequentemente baseados na Mitologia Grega. Isso é evidente em alguns casos, como o abaixo, que mostra claramente um Minotauro.

Porém, esta série era baseada num original nipónico, de nome Kyōryū Sentai Zyuranger, em que diversos episódios tinham uma ligação ainda maior aos antigos mitos da Grécia:

Nos dois episódios em que este segundo monstro aparece, ele coloca a diversas crianças, e até aos próprios heróis, um conjunto de enigmas que têm de decifrar. Entre eles conta-se um curiosamente inesperado - "Qual é o ser que de manhã tem quatro pernas, à tarde duas, e à noite três?". A criança a quem foi posto o enigma falha a resposta, e em seguida o monstro revela-lha, mostrando até um pequeno diagrama explicativo. Essa é, como sabemos, a mesma questão que a criatura mitológica tinha posto a Édipo no famoso mito.

 

Mas será que estas ligações mitológicas eram para ser reconhecidas pela audiência? Essa resposta é dada por uma outra personagem da série:

Ou seja, até a própria série, nessa sua versão original, admite que os monstros enviados pela antagonista ("Bandora" no original, mas "Rita Repulsa" na versão ocidental) eram por vezes baseados nos mitos da Antiguidade. Além do Minotauro e da Esfinge apresentados aqui, também na série surgiam Circe, Argos, Ladão, Narciso, Anteu, a Quimera e até um unicórnio, com os respectivos mitos a terem também alguma ênfase na trama de cada episódio. Infelizmente, quase todas essas menções foram alteradas na versão ocidental, com quase todos estes monstros a se tornarem, exclusivamente, meras criaturas anónimas que os heróis iam destruíndo semana após semana.

 

Apetece quase recordar também as famosas palavras de Fernando Pessa - "E esta, hem?!"

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Este filme passou recentemente na televisão portuguesa. É uma espécie de sequela aos eventos mais famosos da vida do herói, os seus famosos "Trabalhos", aos quais existem diversas alusões no decorrer da trama. Mas, tanto ou mais interessante, é a forma como este filme representa as aventuras do herói, nunca deixando totalmente claro se existe algum elemento mais lendário na sua vida ou não. Se em filmes como Tróia existe uma completa negação dos aspectos místicos, já aqui nunca existem evidências totalmente claras para afirmar (ou negar) esses mesmos aspectos. Existem circunstâncias de grande cepticismo, como quando uma das personagens parece ver centauros e diz algo como "Eles existem mesmo!", bem como momentos em que aos aspectos mitológicos são dadas explicações mais realistas. Não duvidamos que quem escreveu a trama conheça as obras de Palaefato ou de autores semelhantes. É, em suma, um filme que se vê, mas que também dá que pensar um pouco na intersecção entre mito e história.

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Confessadamente, pouco sabemos sobre os mitos chineses. Então, porque não aprender um pouco mais, hoje mesmo, através da voz de uma criança?

 

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