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Foi feita uma nova actualização a este espaço; entre alterações cosméticas e outras menores, foi criada uma nova secção que irá conter mitos e lendas provindas de Portugal e do Brasil. Retroactivamente, algumas publicações relativas a esses conteúdos foram movidas para o novo local.

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Actualização

21.11.18

Foram hoje feitas algumas pequenas modificações neste espaço. A maior parte delas foram de ordem cosmética e técnica, mas agora também já é possível ler os nossos artigos noutras línguas, através de uma tradução automatizada (e, infelizmente, muitas vezes até bastante imperfeita). Para tal bastará usar a nova barra de selecção de idioma.

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... E porque o património não é somente composto por monumentos e locais físicos, nas próximas semanas - num número semelhante aos 14 anos deste espaço - recordaremos alguns dos sonetos do grande poeta Luís Vaz de Camões, escolhidos de entre aqueles que estão mais ligados aos mitos da Antiguidade e retirados de uma compilação de meados do século XIX. Aqui fica já o primeiro deles:

 

Num jardim adornado de verdura,
Que esmaltavam por cima várias flores,
Entrou um dia a deusa dos amores,
Com a deusa da caça e da espessura.

 

Diana tomou logo uma rosa pura,
Vénus um roxo lírio, dos melhores;
Mas excediam muito às outras flores
As violetas, na graça e formosura.

 

Perguntam a Cupido, que ali estava,
Qual daquelas três flores tomaria,
Por mais suave e pura, e mais formosa.

 

Sorrindo-se, o menino lhe tornava:
"Todas formosas são, mas eu queria
Violeta antes que lírio, nem que rosa".

 

(Soneto XIII)

Se o episódio aqui relatado não é directamente retirado de qualquer mito, é curiosa a honestidade de Cupido.

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Começa aqui um período de algumas semanas em que irão ser abordados, mais consistentemente, alguns provérbios da Antiguidade que, em grande parte, ainda são usados em Portugal nos nossos dias (se alguém souber do uso destes provérbios no Brasil, por favor deixe algum comentário a indicá-lo). Se a "Vingança de Neoptólemo" nem é um deles - de facto, pensamos que poucos ainda saberão a história desse herói - pareceu-nos que nada melhor do que um mito e um provérbio a ele associado para iniciar toda a sequência.

Na imagem acima pode ser vista uma das versões da morte de Príamo, segundo a qual este rei teria sido agredido até à morte com o corpo do próprio neto. Como se esta cena não fosse suficientemente horrenda (de facto, não ocorre tão cruelmente em nenhuma das fontes literárias que nos chegaram), Neoptólemo ignora todos os pedidos de clemência do rei e mata-o sobre o altar de um deus (frequentemente Zeus, mas varia). Tal abominação não poderia ficar sem uma qualquer espécie de punição divina. Por essa razão, quando mais tarde o mesmo herói foi a Delfos, acabou por ser morto da mesma forma que tinha morto Príamo, no altar do deus Apolo - a identidade do seu assassino já parece divergir, sendo um dos mais famosos provavelmente Orestes.

 

A "vingança de Neoptólemo" remete-nos então para uma ideia central do mito - que o culpado de um crime grave possa vir a sofrer na pele esse mesmo crime.

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Foram feitas algumas pequenas actualizações estéticas neste espaço, e aproveitamos para informar que também já estamos disponíveis no Twitter, aqui:

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Faleceu, a noite passada, a Professora Maria Helena da Rocha Pereira (link). Ficam os nossos mais sinceros pêsames.

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Uma expressão muito procurada neste espaço refere-se a "mitos gregos desconhecidos". E publicaríamos de bom grado algo sobre isso, mas como é suposto que consigamos falar de algo que é desconhecido? Talvez seja um dos grandes problemas da pesquisa em motores de busca, só descobrem o que pode realmente ser encontrado na internet. Fica, por isso, apenas uma promessa continuada - se encontrarmos mais mitos "desconhecidos" iremos deixá-los por cá, como de costume!

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