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Muito sucintamente, Jiraiya é uma figura famosa do folclore japonês. De facto, é tão famosa que o nome do herói é frequentemente reaproveitado em séries nipónicas, de que Naruto poderá até ser um dos exemplos mais presentes nos nossos dias. Para conhecerem um pouco mais sobre este herói poderão ver o filme apresentado abaixo, datado de 1921.

 

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Maria Kannon

Na imagem podem ver Maria Kannon, uma divindade nipónica particularmente famosa pela sua relação com Santa Maria numa altura em que o Cristianismo estava proíbido no Japão (note-se o estilo oriental, mas com uma pequena cruz na mão direita). São várias as semelhanças entre as duas figuras religiosas, o que certamente terá contribuído para a sua associação.

 

Infelizmente, são poucas as outras histórias que poderíamos contar sobre os deuses dos mitos japoneses, mas no seguinte artigo poderão ler mais sobre alguns dos principais deuses da mitologia japonesa.

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La Llorona, desenho

Vai estrear amanhã em Portugal o filme A Maldição da Mulher Que Chora (no original, The Curse of La Llorona). É um filme de terror baseado numa lenda mexicana, pelo que achámos que podíamos fazer uma breve referência à mesma.

 

No seu cerne (existem muitas versões!), a lenda da Llorona é a de uma mulher que de alguma forma magoou injustificadamente os seus filhos, podendo até ter chegado a matá-los num curso de água próximo. Depois, arrependeu-se das suas acções e ficou destinada a assombrar o mundo dos vivos, numa perpétua busca pelos seus rebentos, que jamais parece tornar a encontrar.

 

Este pequeno resumo pode parecer pouco satisfatório, mas remete-nos para uma ideia muito presente em diversas culturas, a de uma mulher que perdeu os seus filhos e que se agora se vinga fazendo os outros perder os seus. Outro exemplo de um tema semelhante é a história de Lilith, que já cá foi abordada antes. Mas no caso da Llorona esta é, talvez mais que tudo, uma lenda que pretende dissuadir um comportamento considerado menos próprio - o de sair à noite, muitas vezes nas místicas noites de lua cheia - sob pena dos jovens transgressores serem reconhecidos pela Llorona como sendo os seus filhos e, depois, também eles mortos.

 

Uma última referência - a cultura popular mexicana também tem uma música lindíssima sobre este tema, de que damos duas versões abaixo:

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